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Dicas da Mi, Viagens
30/10/2018
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Um pulo em Budapeste

Depois que eu postei no Instagram que estava em Budapeste; não só recebi algumas DM’s pedindo dicas da cidade, como também tive várias fotos salvas em minhas postagens. Óbvio que decidi que esta viagem merecia um super post aqui no MB.

Um pulo em Budapeste

Uma das delícia de se morar em Dresden – como eu já comentei com vocês – é que ela fica numa localização muito boa, fazendo divisa com alguns países como Polônia, República Tcheca e ao lado de cidades incríveis como Berlin, Leipzig e outras.

Como já conhecíamos boa parte dessa região – procuramos visitá-la o máximo possível – decidimos ir um pouco além dos muros de Praga e conhecer suas cidades (e países) vizinhas. Nossa escolha inicial era Budapeste e Viena, mas Bratislava acabou vindo de presente.

Uma dica muito boa para quem quer viajar internamente pela Europa é baixar o aplicativo da GOEURO, nele é possível encontrar passagens de avião/trem e ônibus de várias companhias. E pasmem: com preços incríveis.

Por aqui quase não viajamos de avião ou trem (eu e o Jean eu digo), é mais de ônibus mesmo – geralmente viajamos pra lugares mais perto – , mas para esta trip aproveitamos uma super promoção de Berlim pra Budapeste para os dois por 30 euros. Barato demais né?!

O vôo é super tranquilo e durou cerca de 2 horas e 15 minutos (se fizéssemos essa rota de ônibus duraria 8 horas e perderíamos praticamente muito tempo só de estrada). Mas na volta – como Viena é relativamente mais perto voltamos de ônibus mesmo (que por sinal sendo internacional é bem mais aconchegante que avião ehehe).

Voltando a Budapeste…

Que cidade gente, que cidade!

Chegamos no domingo fim de tarde – quase hora do jantar – e assim que fizemos check in no hotel/apartamento saímos para conhecer os arreadores.

Aparentemente Budapeste é meio parecido com a Alemanha e fecha a grande maioria da cidade no domingo, salvo algumas exceções então jantamos num Mc Donald’s que encontramos numa esquina (enorme e com saladas deliciosas) e acabamos parando em um shopping (aberto, ufa!) na rua ao lado do hotel.

Do shopping seguimos para o Hotel – com algumas cervejas da cidade a tiracolo para experimentar ehehe – e aproveitamos pra mapear tudo o que gostaríamos de fazer nos próximos dias por lá. (Aliás, tks Foursquare pela ajuda sempre muito boa! 😉

Pra quem se pergunta se em 3 dias é possível conhecer Budapeste eu digo que é possível sim, não tudo obviamente, mas ajuda muito se você mapear e deixar um itinerário semi pronto para os próximos dias. Geralmente em nossas rotas tem: museus, igrejas (aqui na Europa é impossível não ter alguma pra visitar), pontos turísticos, pub’s, lojas, brechós e alguns restaurantes. Esse último é mais raro, só quando tem alguma dica imperdível, senão é no calor do momento mesmo ehehe.

Dividimos nossos dias na cidade pelos dois lados de Budapeste. Eu ainda não havia comentado aqui  – apenas no insta – mas Budapeste surgiu da unificação de duas cidades distintas localizadas às margens do rio Danúbio: Buda e Peste (nesse post aqui tem tudo sobre essa história) e está localizada na Hungria.

Iniciamos por Peste – que é a parte de formação mais recente, com o trecho plano – e onde estão os edifícios institucionais e vive a maior parte da população. Embora seja “mais novo” esse lado da cidade exala história e beleza tanto quanto o lado de Buda (parte montanhosa onde vivia a nobreza; ocupada, assim, há mais tempo e é cheia de casarões e construções medievais).

É sério gente, é impossível visitar Budapeste e não sair de lá impactado com tudo o que você vê, lê e escuta sobre ela. Um turbilhão de sentimentos, mas acreditem: definitivamente você não sai de lá da mesma maneira que chegou.

Passear pelas ruas Váci Utca (cheia de lojas e uma das favoritas dos turistas ehehe), e Avenida Andrássy – uma das mais emblemáticas da cidade – visitar o Parlamento (um espetáculo a parte), conhecer (como foi o nosso caso) ou tomar banho em uma das várias termas de Budapeste são algumas das experiências pra se vivenciar em Peste.

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Outras duas não menos importante mas diferente das demais, bem doloridas, é visitar o memorial “Sapatos às Margens do Rio Danúbio”, uma instalação com 60 pares de botas de ferro – feita pelos artistas Gyula Pauer e Can Togay – numa homenagem simbólica aos mais de 200 mil judeus que foram fuzilados e tiveram seus corpos atirados ao Danúbio no final de 1944.

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E também visitar a Casa do Terror.

Esse museu está situado no mesmo local onde funcionaram, primeiramente no regime nazista, a Gestapo, sua polícia política; e depois o NKVD, seu paralelo comunista sob o regime de Stálin.

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Eu duvido quem saia de um desses dois lugares sem se emocionar e sem pensar no impacto que causamos ao mundo e nas pessoas que nos rodeiam. Eu me peguei pensando nisso sabe. Algo negativo que de certa maneira te faz querer ver um lado positivo da vida.

E assim como a Alemanha, senti que a Hungria – que teve um passado totalitarista muito forte – faz questão de preservar e lembrar esse lado da sua história. Não porque se orgulha dele, mas para ter certeza de que isso não se repetirá novamente (ou, ao menos evitá-lo ao máximo). Tanto o é, que é normal você encontrar pela cidade estátuas e algum outro marco da época. 

Saindo do lado Peste e atravessando a maravilhosa ponte das correntes chegamos à Buda, uma maravilha montanhosa e impressionante. Sugiro subir a pé os vários degraus para a “estátua da liberdade”deles. Vale a pena cada segundo dessa incansável subida ehehe. Você é presenteado com uma vista dos Deuses.

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Ainda neste lado da cidade  – recomendo guardar umas boas horas para ela ok? – não se limite a apenas um espaço e se jogue no “bater perna”, porque só assim pra você conhecer e aproveitar tudo.

Não houve quem não suspirasse ao conhecer o “Bastião dos Pescadores” (esse nome provém da corporação de pescadores que era responsável por defender esse trecho das muralhas da cidade durante a Idade Média. Suas setes torres representam as setes tribos húngara que se instalaram na Bacia dos Cárpatos em 896). É realmente espetacular, não apenas a construção mas também a vista incrível que ele oferece de toda a cidade de Budapeste. Inclusive de ver outro ângulo o parlamento húngaro.

A igreja Matias é outro deslumbre a parte e uma de suas características mais incríveis é o seu telhado todo desenhado e colorido. Construída entre 1255 e 1269, chegou inclusive a ser uma mesquita turca. Em 1873, ela foi restaurada e recebeu seu estilo neo-gótico. Como o dia estava lindo – e era feriado – este lado da cidade estava lotado e infelizmente acabamos não conhecendo a igreja dentro, mas pelas fotos que vi na internet vale super a pena.

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Não dá pra sair de Buda sem visitar o Castelo de Buda (ehehhe) que por sinal foi reconhecido pela UNESCO como Patrimônio Mundial da Humanidade. Era a moradia oficial dos reis daquele país. Além de museus, biblioteca, teatro e igreja, traz em sua “história” uma curiosidade digamos curiosa – mas que até hoje não se sabe se foi criada para agradar e trazer mais turistas ou é real mesmo – a Câmara do Drácula.

Yep, esse mesmo que você está pensando: o Conde Drácula.

Segundo vários sites uma das partes mais legais da construção fica escondida no subsolo: um enorme labirinto! Com mais de 10 km de túneis, ele foi aberto no século 11 pela força da erosão.

No passado, ele já serviu como adega, abrigo de guerra e esconderijo de armas. Entretanto, a lenda mais curiosa é a de que o Conde Drácula viveu por lá  – durante o século XV – por 12 anos, a maior parte como prisioneiro. Mas como eu disse, é uma lenda!

É possível comprar um passeio por este labirinto e dizem que o passeio é assustador. Quer dizer, tudo é feito justamente para aterrorizar os visitantes fazendo assim, que seja uma experiência e tanto.

Com apenas uma laterna para se locomover pelo local – que fica completamente escuro a partir de um determinado horário – os grupos (ufa, é feito em grupos pelo menos eheh) andam pelo labirinto ao som de uma trilha sonoro sinistra e gritos aterrorizantes.

Infelizmente esse passeio não fizemos, mas porque eu não quis mesmo ehehe. Sorry gente, mas eu tenho pavor de lugares fechados e depois de ter tido um “mini ataque de pânico” dentro das Catacumbas de Paris no ano passado decidi que este tipo de passeio não era pra mim ehehe. Quem sabe um dia eu consiga, não é mesmo? Mas fica aqui a dica para quem gosta. 😉

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Foto: M.Megacurioso.com.br

Voltando ao lado de Peste aproveitamos nossa última noite na cidade para curtir o show de uma banda que o Jean queria muito ir. O lugar era incrível, uma balada dentro de um barco às margens do Danúbio. Nossa gente, Budapeste consegue ficar ainda mais linda a noite.

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Recomendo ficar no mínimo uns 3 dias para poder aproveitar tudo o que a cidade tem de melhor viu? De lá seguimos para Bratislava – de ônibus – e depois para Viena, mas isso ficará para um outro post. =)

*Spoiler de Bratislava

Um pulo em Budapeste

Eu acredito que toda viagem é única e embora pegamos umas dicas aqui e ali sempre colocamos um pouquinho de nós nelas, certo? Então meus queridos não tenham medo de errar o caminho, de pegar a rua errada, é sempre possível se surpreender ao virar a esquina e isso não tem preço.

Boa trip!

No meu insta tem um post especial na Bio de Budapeste. Corre lá: @micamacho

Dicas da Mi, Festa
12/09/2018
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Lollapalooza Berlim: o que rolou por lá

Mágica! é assim que posso resumir toda a minha experiência no Lollapalooza de Berlim.

Ok,muito se deve ao fato do evento ter acontecido em um lugar historico incrível, numa cidade que amo e com bandas/artistas que sempre quis ver. Mas sério mesmo gente, fiquei sem ar.

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Embora pra muitos pareça exagero, quero deixar claro que não foi só mais um festival pra mim, foi “O”, entendem? Eu não estava lá pra desfilar em looks do dia ou afins, mas sim pra curtir o momento (meio brega, mas real) e celebrar a música. E ah, como a música pode resumir nossa vida, não acham?

Eu amo música desde sempre (não foi a toa que estudei piano por 20 anos), e sou apaixonada por diversos estilos musicais. Óbvio que sempre tem aquele que nos cativa mais, mas geralmente música pra mim é o momento. Tipo, to no carro (isso faz tempo que não acontece eheheh)gosto de escutar música de viagem, estou com as amigas (prefiro uma música mais animada), com o boy (daí eu já sou meio que coagida – hahaha sorry amor –  a escutar musicas um pouco menos fofas as vezes e românticas – porque ele também é fofo – em outras. E assim por diante…

Mas desde pequena tenho essa noção de que cada música que escutei (e amei) significou algo pra mim em algum determinado momento. Assim como cheiros… (mas isso é outra história).

Lembro de que no primeiro post que fiz sobre o Lolla ter comentado sobre as bandas que estava ansiosa pra ver, e ah gente…não sei explicar o quanto estou emocionada em dizer que houveram muitas surpresas pelo caminho nesses dois dias de festival.

Não conhecia todas as bandas que tocariam no Lolla – algumas são famosas aqui na Alemanha – mas me dispus a escutar grande parte delas antes e fazer uma pré listinha de quem eu adoraria ver ao vivo.

No primeiro dia o artista principal era o The Weekend (no palco 1) e na pista eletrônica era o David Gueta. Antes deles inúmeras bandas/dj/cantores subiram nos 4 palcos espalhados pelo Centro Olímpico (comentei com vocês que neste local aconteceram as Olimpíadas de Berlin em 1936? Pois é, um lugar cheio de história mesmo).

Surpreendentemente The Weekend não foi meu artista favorito do primeiro dia, confesso que pessoalmente fora as músicas – que são lindas e a sua voz que é incrível – ele é meio friozão no palco. Sabe aquela coisa de showman? Achei que ele não tinha. Mas o talento musical supera ehehehe.

Não estou dizendo que foi ruim viu? Foi ótimo! Só achei que não rolou entrosamento com o público (aquela coisa que fecha ehehe), inclusive ele era bem danadinho ehehehe. Uma hora ele cantava um sucesso, logo em seguida ele cantava uma música mais desconhecida (o público meio que saía ou desanimava) e em seguida ele mandava um sucesso de novo. Trolou geral a galera que ficava pra lá e pra cá. (Além dele tinha outros 2 palcos com artistas incríveis então era comum o pessoal ficar saracoteando). O Jean adorou, curtiu milhares o show.

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David Gueta levantou a pista eletrônica, acho que não vi uma pessoa parada enquanto ele tocava, e bem foi bom demais. Eu gostei bastante.

Meu coração ficou apertado porque um dos que mais queria ver no primeiro dia era o Armin Van Buurem – que começava meia hora antes do The Weekend – mas no caminho do show parei pra ir no banheiro e pasmem (na fila fiquei 40 minutos. Gente, 40 MINUTOS!), eu fiquei chocada e ao mesmo tempo tristérrima. Não dava pra deixar de ir, então na fila fiquei.

Assim que saí faltavam exatos 10 minutos pra começar o show principal, e como aqui na Alemanha eles não atrasam em shows (sério, nem 5 minutos eu vi um atraso ali), a opção foi correr pro palco principal mesmo e chegamos na hora. Yep, o local é gigantesco.

Além destes shows que comentei aqui, vários outros ganharam meu coração durante o dia, entre eles o Casper (com um som que me lembrava o Eminen – do qual sou fanzoca – mas em numa versão em Alemão).

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A estrutura do local é gigante e além dos 4 palcos espalhados  (1,2 eletrônico e alternativo), havia também uma mini cidade de restaurantes – dos mais variados – casinhas de bebidas, parque de diversão, parquinho das crianças (era lindo de ver a família em peso com as crianças vendo os shows), e o Lollafashion (com lugares especiais pra fotos), barraca de prêmios com marcas selecionadas, centros de customização (Levi’s e Calvin Klein), brechós itinerantes e palco de desfiles.

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Realmente maravilhoso! Não parei um minuto ahahaha, e só me dei conta de que andei pra cima e pra baixo o dia inteiro quando cheguei no hotel a noite. Mas o primeiro dia foi ticado com sucesso (e que sucesso!).

Para o segundo dia a expectativa ficou por conta do show da Dualipa, então apesar dos portões abrirem as 10h nós optamos por descansar mais no hotel, sair pra dar um passeio pelo mercado de pulgas que mais amo no mundo em Berlin e chegamos por perto das 14h pro show da Dua (a íntima) que começava as 15h).

Gente, a mulher superou todas as minhas expectativas. O que faltou de carisma pro Abel (sorry Abelzinho ehehehe) sobrou pra ela. Que show, que linda, que música deliciosa, que vibe gostosa, que tudo! Curti do começo ao fim e fiquei chocada que a uma hora de show passou tão rápido.

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O próximo show da lista de “temos que ver” era do Liam Gallagher,e como faltava meia hora pra começar aproveitamos pra passear mais pelo estádio, ver algumas bandas alternativas e almoçar (sim, as 4 da tarde ahahha). Nesse interim aproveitei pra dar aquela checada no look of the day da galera que arrasou (e muito!) na produção. Desde looks básicos com estilo até o mais “teatrais” todos tinham a carinha de um festival onde você pode ser (ainda mais) o que você quiser ser. É revitalizador poder ver os vários estilos por aí, não acham? Passei tudo no stories, quem viu?

Pra quem esperava por um show do Liam Gallagher a surpresa foi ver que acabou se tornando o show do Oasis ou seja: [email protected] e duplamente mais [email protected]! Infelizmente o Noel não estava, mas cara…que show foi esse?

Além da sua presença de palco maravilhosa (pra vocês terem uma idéia, o Liam que é considerado arrogante e marrento conquistou o público com poucas palavras em seu humor londrino ácido numa proporção maior que o The Weekend. Ele ganharia o troféu de miss simpatia entre os dois. Sentiram o nível?! ahahah), Liam tem uma voz melódica, um som animal e um currículo by Oasis na bagagem.

Intercalando em seu próprio som e músicas do Oasis, o ápice foi em seu encerramento quando tocou ” e fez os nascidos e não nascidos nos anos 80 desejarem infinitamente o retorno do Oasis. Garanto que teve uma galera que saiu do show baixando os álbuns pra escutar novamente, ehehe. Feliz em ter feito muita gente no meu stories feliz com as gravações que fiz. Tks Liam, pelos suspiros.

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Mal acabou esse show e corremos pro palco 2 onde começaria meu show favorito da vida: Imagine Dragons. Povo do céu, confesso que apesar de estar entre os meus tops 5 da categoria do festival eu não tinha noção do quanto amaria pessoalmente. E pra vocês sentirem o naipe da situação e do quanto foi bom o que posso dizer é que eu poderia morar nesse show. ♥

Fiquei frustrada – confesso – por não ter aprendido a cantar todas as músicas porque a energia que aquele povo todo cantando emanava naquele lugar era surreal. Me entreguei tanto pro show que fiz apenas 2 stories (acho que já os assisti umas 40 vezes ahahah).

Lindo, impactante, e uma das coisas mais bacanas da banda é o discurso de igualdade, isso inclusive foi a primeira coisa que ele falou no palco e foi emocionante.

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Nunca fui no Lolla no Brasil, então não posso comparar. Mas esse de Berlim com toda a certeza vai ficar pra minha história como um dos mais legais que já participei em toda minha vida. E sim, já quero a versão de 2019. Me convida Lollapaloozade again?

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